A ruptura de ligamentos, especialmente do ligamento cruzado anterior (LCA), é uma lesão que pode comprometer seriamente a funcionalidade do joelho. Essa condição requer uma abordagem cuidadosa e individualizada para garantir uma recuperação eficiente e eficaz. Neste blog, discutiremos as opções de tratamento disponíveis, desde intervenções não cirúrgicas até as mais avançadas técnicas cirúrgicas e pós-cirúrgicas.
Tratamento inicial e conservador para ruptura de ligamentos
O tratamento inicial para a ruptura do ligamento cruzado anterior muitas vezes combina o uso de medicamentos anti-inflamatórios com sessões de fisioterapia. O objetivo é reduzir a dor e a inflamação enquanto melhora a força e a mobilidade do joelho. Aliás, a fisioterapia, em particular, desempenha um papel fundamental na reabilitação inicial, onde exercícios específicos ajudam a fortalecer os músculos ao redor da articulação, oferecendo suporte ao ligamento lesionado.
É fundamental, no entanto, seguir as orientações do médico e do fisioterapeuta durante essa fase para maximizar os benefícios do tratamento conservador. Se essa abordagem não proporcionar alívio dos sintomas e melhora funcional, a intervenção cirúrgica pode ser a próxima etapa. A cirurgia geralmente envolve a reconstrução do ligamento lesionado, utilizando enxertos de tendões ou técnicas mais recentes, como o uso de plasmas ricos em plaquetas (PRP) para acelerar a cicatrização.
Intervenção cirúrgica e uso do plasma rico em plaquetas (PRP)
Quando a intervenção cirúrgica se torna necessária, a técnica mais comum é a reconstrução do ligamento cruzado anterior. Durante a cirurgia, o ortopedista substitui o ligamento rompido por um enxerto de tendão, frequentemente retirado da própria paciente. Dessa forma, essa abordagem garante uma recuperação mais natural e diminui o risco de rejeição.
Uma técnica complementar à cirurgia que tem ganhado destaque é o uso de plasma rico em plaquetas (PRP). Obtem-se o PRP a partir do próprio sangue do paciente e é rico em proteínas e plaquetas, que são essenciais para a cicatrização. Portanto, quando usado no tratamento da ruptura de ligamentos, o PRP estimula a regeneração tecidual e acelera a recuperação.
O procedimento é minimamente invasivo e apresenta-se com baixa chance de rejeição ou efeitos colaterais adversos. Além disso, o PRP pode ser aplicado durante a cirurgia ou nas sessões de fisioterapia subsequentes, promovendo uma cicatrização mais rápida e eficiente. Estudos mostraram que a adição do PRP pode reduzir significativamente o tempo de recuperação, permitindo que a paciente retorne às atividades normais mais rapidamente.
Recuperação pós-cirúrgica
A recuperação pós-cirúrgica após a reconstrução do ligamento cruzado anterior requer um período de repouso seguido por sessões intensivas de fisioterapia. Aliás, o repouso inicial é essencial para permitir que os tecidos cicatrizem sem estresse adicional. O protocolo de reabilitação se divide em fases, começando com exercícios de mobilidade passiva e progressivamente avançando para exercícios de fortalecimento e condicionamento.
Durante as sessões de fisioterapia, os profissionais utilizam técnicas modernas e aparelhos de alta tecnologia para monitorar e otimizar a recuperação. É essencial, contudo, que o paciente siga rigorosamente o regime de fisioterapia para assegurar uma recuperação completa e prevenir futuras lesões. A reintegração gradual a atividades físicas e esportes deve ser cuidadosamente supervisionada por profissionais de saúde para garantir a segurança e eficácia do tratamento.
Em Tramandaí – RS e arredores, oferecemos um tratamento humanizado e individualizado para pacientes com rupturas de ligamentos. Portanto, agende já uma consulta!