
Dores lombares agudas: como melhorar?
As dores lombares agudas são um problema que afeta muitas pessoas, independentemente da faixa etária. Como ortopedista e traumatologista, compreendo o impacto dessa condição e
É ortopedista e traumatologista com formação e graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Especializou-se em ortopedia e traumatologia na grande Florianópolis, no Hospital Homero de Miranda Gomes, também conhecido como Hospital Regional de São José. Além disso, realizou o fellowship em Traumatologia do Esporte em São Paulo, e participou de diversos cursos voltados ao desenvolvimento de atletas de alta performance. Hoje, é chefe do serviço de Traumatologia do Hospital de Tramandaí – RS, e diretor clínico e ortopedista no Centro de Especialidade e Reabilitação em Osório. Seu atendimento abrange diversas cidades do litoral gaúcho, incluindo Tramandaí, Imbé, Capão da Canoa, Osório, Xangri-Lá e Mariápolis, onde proporciona um cuidado humano e personalizado a seus pacientes.

As dores lombares agudas são um problema que afeta muitas pessoas, independentemente da faixa etária. Como ortopedista e traumatologista, compreendo o impacto dessa condição e
A artrose é uma condição debilitante que pode afetar significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Portanto, com o objetivo de orientar sobre os sintomas

A ocorrência de quedas entre idosos representa um desafio significativo tanto para a saúde pública quanto para os cuidados individuais. A vulnerabilidade física e a

As tendinites são condições inflamatórias que afetam os tendões e podem causar dor e limitação de movimento. O tratamento eficaz dessa condição é essencial para
Com o passar dos anos nosso corpo apresenta diversas mudanças. Os cabelos ficam mais brancos, as rugas começam a surgir e ficamos mais vulneráveis a dores no corpo.
A partir dos 65 anos de idade, há um aumento nas dores articulares e musculares e que muitas vezes provocam uma diminuição na capacidade funcional, resultando em problemas para realizar atividade diárias.
Isso ocorre porque o envelhecimento provoca a perda descontrolada das reservas orgânicas e funcionais do organismo deixando o corpo mais exposto a doenças como a artrose, artrite reumatóide e a osteoporose.
Devido às dores, é comum que os idosos evitem fazer atividades que necessitem muito movimento. Mesmo os que não sentem essas dores, não se exercitam por diversos outros motivos.
Por permaneceram a maior parte de seu dia sentado, o paciente tem mais chances de sofrer com quedas, obesidade e até mesmo doenças cardíacas.
Por isso os exercícios são tão importantes, principalmente quando envelhecemos, pois são capazes de fortalecer o sistema muscular, aumentar a flexibilidade e melhorar a mobilidade de braços, pernas e outras articulações.
Além disso, eles ainda previnem a perda óssea, tonifica o sistema cardiorrespiratório e ajudam a regular o colesterol, triglicerídeos e glicemia, dentre outros.
Mas antes de investir em academias ou na prática esportivas, é recomendado que o paciente faça uma avaliação médica para ficar ciente de que pode participar de determinadas atividades.
Os melhores exercícios para quem está na terceira idade são:
Caminhada: Além de fortalecer os músculos e diminuir o inchaço, as caminhadas auxiliam a reduzir os sintomas de ansiedade e estresse;
Natação: Contribuem para o alongamento dos músculos e articulações, sem o risco de lesões;
Yoga: Melhora a postura, flexibilidade e estabilidade do corpo já que promove a prática de exercícios de equilíbrio.
Pilates: Estimula a circulação sanguínea e contribui para um aumento da flexibilidade e força e promovem a melhoria da coordenação motora.
Não se esqueça que além da prática de exercícios, possuir uma alimentação saudável e procurar ter boas noites de sono também contribuem para uma melhor qualidade de vida.