Espondilose: Saiba mais sobre Artrose na Coluna

A Espondilose, chamado também de Artrose na Coluna, é uma doença degenerativa da coluna vertebral. Ela caracteriza-se por um desgaste nas articulações, provocada por inflamações neste local. Essa enfermidade pode afetar qualquer região da coluna (cervical, torácica, lombar) e provocar um forte desconforto no local afetado.

Causas

Na maioria os casos, a Artrose na Coluna é causada pelo envelhecimento, já que com o passar do tempo as articulações sofrem um desgaste que gera pequenas inflamações. Mas esse não é o único fator causador da Espondilose. Existem outros fatores que contribuem para o surgimento desse problema. Alguns deles são:

  • Obesidade;
  • Má postura;
  • Movimentos repetitivos;
  • Tabagismo;
  • Traumas;
  • Histórico familiar (genética);
  • Doenças reumáticas;
  • Enfraquecimento dos músculos que sustentam a coluna.
Quais são os sintomas?

Os sintomas da Artrose na Coluna costumam ser dor, desconforto ou tensão situada nas costas ou pescoço. A intensidade da dor varia, dependendo dos movimentos, posição corporal ou atividade que o paciente realiza ao longo do dia. Além disso, esses sintomas podem ficar localizados na coluna ou irradiar para outras áreas, como cabeça, tórax, nádegas e virilha. É possível que a dor se espalhe para as pernas e pés.

Rigidez, limitação de movimentos e estalos na articulação também são comuns nos casos dessa doença. Se houver compressão de algum nervo, o paciente pode experimentar adormecimento ou alterações de força.

Diagnóstico

O diagnóstico da Espondilose é feito a partir de exames físicos feito por um médico especialista da coluna, como ortopedista. Contudo, exames de imagem devem ser realizados para confirmar a enfermidade, como Raio X, ressonância magnética e tomografia computadorizada.

Tratamento

Infelizmente, não existe cura para a Artrose na Coluna porém quando se segue o tratamento conservador há um controle dos sintomas. O tratamento conservador é feito com repouso, consumo de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares, a prática de fisioterapia e uso de coletes, órteses lombares ou colares cervicais.

Se essa versão de tratamento não funcionar, a cirurgia pode ser indicada.

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